Por Jessé Cardoso
Diapassoneando as condutas elementares, Michel Houellebelcq e ou escritores atonteando fogo e Gasolina, o cineasta Andaç Haznedaroglu explora a questão das Crianças de rua em Istambul, executando um texto em uma Narrativa muito Visual formula o diálogo com filme “As Quatro Estações” do cineasta Berkun Oya.
Inicialmente, os dois cineastas aproveitando sua temática esbanja uma posição sofisticada e um caminho muito interpretativo por Sinal, um tio Rico é enquadrado no seu contexto por causa de um Violino, arriscando sua cabeças com pessoas pobres em modo de vida.
Andaç Haznedaroglu e Berkun Oya, revelam 5 camadas de significado apontam uma diversidade de pontos de vista, para caminhar no fio da navalha em cima do problema localizado, e Mehmet Ada Oztekin dialoga com executar as músicas para salientar as pessoas que são passantes na rua e param.
Logo, os 3 diretores expandem as Verdades Interpretativas acerca de Gadamer com sua “Verdade e Método” abrindo os corações com seu ‘método’ expandindo com sua ‘Hermenêutica da Suspeita’ ampliando assim as variadas compreensões acerca da felicidade em Istambul.
O dialogo é mais conflitante, enfrenta um duro baque desafiando quando o Tio Rico ouve a Sobrinha tocar seu Violino, relembrando seu falecido irmão, a Riqueza nunca desfaz as lembranças, traduzindo um efeito o filme explora um elemento único na Dramaturgia do Absurdo, a Reflexão como forma de Catárse Aristótelica.
Geralmente, a Reflexão do Cinema repercute nas Escritas de Romances Atuais, um popular Recurso que Bollywood usa com certa facilidade e dignidade constante dos 3 cineastas, embasado em Umberto Eco “6 passeios pelo bosque da Ficção” e Ítalo Calvino “6 propostas para o Novo Milênio”.
Os amigos do pai, precisam a Vida e sua Jovialidade dela nas mão de uma criança, bem especial seria ua facada bem afiada na Realidade Estilhaçada da Vida em Istambul, com sua Violência e crescimento regular do Trânsito como marca das Metrópoles Mundo afora.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.


