Por Jessé Cardoso
Distante de Ancara, o cineasta Uluç Bayraktar consegue fazer uma Trilogia com as Realidades Estilhaçadas com o Mundo Real, sempre fazendo sutis duplicidades com a Lei-Crime Organizado, pessoas com falta de Melanina e Fármacos, a Perda de Órgãos e Tortura, Beleza-Criatividade.
Imaginar nas Multidão de temas aqui evocados, já uma análise complementar, “10 dias de um Homem Bom” requer um olhar mais cuidadoso acerca da Vida Comum em Istambul muito distante da querida Mumbai e de Talakhona.
Assim começa com um Advogado que vira Detetive Particular, conhece os meandros da Lei, confere aos seus possuidores um requinte policial sem saber, o cineasta Uluç Bayraktar sabe muito bem disso esse advogado associa seu Conhecimento Eciclopédico de Mundo para resolver as questões Cotidianas.
Logo, se complica detalhamente arruma uma Garota do Job para morar junto sem a Ideia Clássica de Casamento, comprova um desconhecimento do Alcorão mesmo estando em Istambul, conhece Dois Gêmeos que fazem BDSM nas pessoas.
O cineasta consegue resolver tudo com uma Presença do Crime Organizado e a ideia comum de Torturas que os criminosos fazem com muita astúcia e documentação Policial, consegue direcionar a Tensão ou a ideia Narrativa de Intriga para os finais dos Filmes “10 dias de um Homem Mau” e “10 dias de um Homem Curioso”.
Gerar o conflito Beleza-Criatividade requer algumas certas afinidades eletivas com certos assuntos, o advogado sempre toma Leite simbolizando uma pureza de Caráter, é um cara muito criativo sempre pensa em recompensa usando Clássicos Russos.
O advogado analisa Ricaços em sua relação com a Pedofilia em seu país, fazendo certas conexões com o Mundo da Riqueza é só muitas Aparências e Carros novos e Bonitos, não toma Cerveja Preta Heineken ou Vinho representa o Passado.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.


