Por Iasmin Zingaro
Quando éramos crianças, tudo era brincadeira e só queríamos ser adultos logo, já os adultos só querem voltar a sermos crianças. Os dezoito chegam e com ele diversas responsabilidades, escola terminando, a pressão para escolher uma faculdade, mandar currículo para empresas, esperar uma oportunidade para brilhar. A vida adulta não é tão simples como pensamos.
Como tudo isso sempre tem a fase de achar que damos conta de tudo ou que vamos dar é na real, não damos, além de tudo se você tem um relacionamento, tem brigas, não tem tempo para dar atenção nem a própria família. Se você tem filhos também é uma responsabilidade maior.
Sempre falo, a vida adulta não é fácil, isso que nem cheguei nela, ainda com 16 anos, já percebi, ainda no segundo ano do ensino médio, atividades, trabalhos, treino, todos os dias as mesmas responsabilidades, a disciplina e a obrigação diária.



A Mentalidade da Autonomia chega aos 16 e termina aos 60 anos ou muito mais cedo depende da pessoa, filhos ficam cansados dos Pais, anseiam que essa data chegue logo, meninos contam toda numeração Romana para chegar essa data, as meninas contam os fioda sua cabeça tão Jovem por causa da Maldita Autonomia, a Sociedade Precisa de Formatura$$$$, Namoro$$, Noivado$$, Ca$amento e $eparação mais evitam conversar isso com a Geração Z.
O texto renasce com um relato de sobrevivência na Sociedade Capitali$ta, e Hollywood e Bollywood enganam com suas muitas Comédias Românticas muito bem, cumpre um “Decálogo do Bom Contista” de Horácio Quiroga e segue o caminho de Leonardo Padura.