Por jessé Cardoso
Distante de Talakhona e Tamil Nadu, em Mumbai, o diretor Vipin Das questiona a Fineses dos Relacionamentos, concorda com o diretor Venkataramana Midde em levantar certas questões existenciais sobre a Lógica do Casamento, e o diretor V.K. Prakash dimensiona a questão de Riqueza e Pobreza para complicar os caminhos do Amor Romântico.
Inicialmente, os diretores Vipin Das e o V.K. Prakash aponta sua regularidade associar um Milionário e uma boa pobretona regulamenta por razões que só o Amor Romântico pode explicar numa boa para isso eu precisa ver os caminhos.
Assim, o diretor V.K. Prakash argumenta por meio de diálogos afiados e sólidos, põe a pobretona bonita em certa Vantagem conquista o coração do Milionário com suas muitas ações simples e contínuas que modificam a mentalidade.
Logo, a mentalidade comercial de Venkataramana Midde e Vipin Das levanta algumas decisões sombrias acerca do Amor Romântico, a Beleza se configura nas pequenas coisas com uma leitura do Mundo como um formato seriado e serigrafado.
Os diretores V.K. Prakash e Vipin Das como argumentam a intenção dos Casados ou Namorados vivem suas vidas como um retrato refinado de um Mundo muito Musical e Romântico revisitando um Lócus Amoenus.
Garantir que um milionário paralítico e uma jovem cantora desdobre em intenções e ações de muito posicionamento resplandece um linha de pensamento ampliado acerca do Romance como algo muito sofrível.
O diretor V. K. Prakash aciona um detalhe pouco risível acerca do Romance Colorido com as Aquarelas do Amor Romântico.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.


