Por Jessé Cardoso
Agora, nós estamos ao pé da montanha, andando muito alegres corridinhas ao descampado em uma clareira aberta sem animais que inspiram perigo muito longe dali, as pessoas preferem caminhar felizes sem cobranças ou Fianças.
Fianças existem como um resultado de falharmos na Floresta sem animais perigosos, temos que pagar a Hipoteca todos os dias uma floresta ainda existe, um Bosque ainda está cheio de Escuridão, um formato de leitura diária de um texto.
Lentamente, as árvores começam a falar entre si, mas as pessoas preferem andar distraídas em Celulares ou em Novelas que são raízes soltas que amarram as pessoas sempre andando como escravas de algum Retrato Refinado das Realidades conectadas do Vida.
Realmente, ao passo que caminhamos pela Floresta Escura de Tolkien ” A nossa Mirkwood” causada por Sauron que tem muitas faces ao longo do Tempo/Narrativa apresenta um Gandalf jovem ou inseguro, uma afronta que a Literatura dialoga com esse texto.
Exatamente, o Poder errado fornece a Sauron uma leitura desafiante entre Gandalf dirige a Sauron com uma capa babilônica, cheia de cores, Sauron faz um Conflitante interpretação de si mesmo, Aprendi a ver o Mundo com uma ótica diferente, Michael Kruger aprecia um outro olhar interpretativo.
Sauron requer um posicionamento com desafio com um Bosque ainda Escuro, mas Sauron escurece tudo no seu caminho e as coisas se complicam ler a “Desconversão de Saruman” em Canon Fodder, em que posicionamento regular para esse caminho novo.
Talvez, a floresta ainda continua escura e conflitante e escorregadios caminhos pois muitos ainda escorregam por andarem por essa “Mirkwood” nunca fornecemos um caminho possível, mas nunca consigo ver o Sol.
Assim, o Sol fica esclarecendo os Pontos Escuros, que merecem dialogar ainda com Opus Magnus “Senhor dos Anéis” de Tolkien, o Sol avisa que terá um certo tipo de confronto restringindo a forma de leitura de Mundo por meio dessa essa obra.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.


