Por Jessé Cardoso
Cabalmente Thomas Vinterberg vê um problema educacional em seus dois filmes “A Caça” e “Druk: mais uma Rodada” em que costura a problemática Leitura de uma posssibilidade de uma Sociedade Rica lidando com a visão de Pedofilia em uma Creche.
Ironias ao Cinema Sueco, Thomas Vinterberg associa essa Realidade Fúnebre a um certo abandono do Docente, isso se repete quando um Docente erra ele já excluído socialmente e nas Redes Sociais e as Mídias Televisivas.
Naturalmente, ele documenta a postura do Docente socialmente, pára de estar com sua “Turma” ele usa Mads Mikkelsen de forma singular e honesta, e reavalia sua linguagem ancorada em Pedagogos do Foro Educativo.
E os Docentes errados nunca são compreendidos pelos alunos, pais e colegas de trabalho numa creche, Thomas Vinterberg dimensiona como uma complicação saborosa dos pais emocionalmente machucados pelo erro daquele Docente.
Assim em Druk, visualiza o mesmo ator em uma escola de Ensino Médio, seria uma Sacada Genial, ensinar I e II Guerra Mundial sem paixão ou interesse legítimo demonstra um Cansaço Mental, onde o Vinho entra e encontra espaço.
Somando os colegas reparem tentaram resolver seus Dilemas Profissionais, Particulares e Conjugais, só História, Música, Psicologia e Educação Física, notem aqui os colegas expressam uma Linguagem pouco Ortodoxa.
Talvez, Mads Mikkelsen precisava se abrir ser ouvido e ser compreendido pelas pessoas certas, um projeto Interdisciplinar nasce mas vamos adoçar a vida de um Docente/Psicologicamente Doente empregando as Bebidas.
Assim começa com 0,5% de Bebida ainda é pouco, mas os colegas seguem tal experimento, começam a dançar o Jazz juntos e irmanados como pessoas normais, lembro de certa feita não poderia ir no Mercado Municipal em Cotia alunos ali estavam.
Jornal Choraminhices.


