Por Jessé Cardoso
Shlomo gostava de música, o Islã deu outra versão ao seu gosto musical e Galland nunca se apropriou do seus contos, por imenso , mas Burton modificou tudo em prol do Shlomo Islâmico que resultou em um filme “3.000 anos de Saudade” dirigido por Miller.
Inicialmente, e no filme “Tar” em que a Maestrina joga um fagulha no palco, o Silêncio inspira os compositores de Música Clássica e outros compositores preferem o Barulho de um Violão como Javier Ruibal falou em um dada Entrevista na Zenda, tudo era um Pop cheio de Ritmo.
E assim, como um Retrato Afiado do gosto da Geração Z que prefere o Eletrônico, como uma grande maioria segue o Riscado e Risca mais uma vez, nesse caso Shlomo entra como um Viajante sombrio falando seus enigmas para os Tolos, Incautos e todos vacilões.
Naturalmente, esse Shlomo seguiu as pegadas de Saul, sempre com um disfarce para se envolver no meio da Multidão , sempre andando com um capuz marron, para poder ouvir as pessoas m sua Sinceridade Pessoal, e David Foster Wallace faz isso em “Rei Pálido” e em outras obras.
Classicamente, ‘busquem Sabedoria e não Autoajuda, leiam livros e busquem muitos conselhos, namorem a pessoa certa e busquem a Deus’ pensando seriamente era um rapaz de 30 anos falando para rapazes de 15 anos para cima refutando as possíveis rebeliões entre o povo.
Ironicamente, um Soberano preferir o Silêncio seria um Painel em Preto e Branco, entender a Lógica Comercial do seu Gigantesco Reino, preferir ouvir as pessoas em Jerusalém para pesquisar sua Popularidade sem IBGE, ou um Ibope para escutar sua Voz tão Doce que confrontava Bollywood, Hollywood e Nollywood.
O caminho era longo e perigoso, Shlomo nunca saiu de Jerusalém, isso confrontava com seu pai Davi, era um bom Andarilho dividiu 13 anos, fugindo de Saul aquele louco antes de tornar um Soberano e por sua Dinastia em andamento, foram muitas totalizando 6 nesse interím, 5 batalhas externas e uma interna.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.


