Por Jessé Cardoso
Entender um texto e associar a Filosofia parece algo de Perícia Forense, cada esforço dialogante amplia e associar algumas pessoas nesse contexto da Literatura Antiga e Arqueologia, por exemplo: o Nobre e soberano Abimeleque com o filósofo Nobre Platão.
Realmente, revela Platão o grego de um rude Palacete, com um Abimeleque conectados por pensamentos e sua aparência, quanto a aparência do último demonstra certa cabeleira amarrada por um tracejo colorido e Platão também usava esse tipo de tiara revelando assim sua Classe Social.
Mas pode divergir em certos pontos, Abimeleque mantinha diálogos privados sem escuta ativa e telefônica, semelhante a Platão em seu livro “Banquete” vai ao Egito e recolhe mitos acerca da Atlântida, e do contexto religioso.
Aristóteles parece um pouco com Áquis em seu jeito de organizar os Caminhos, para Aristóteles dá uma sugestão de ir ao “Sul” para um grego comum seria um “Sonho”; Áquis pensa em limpar o “Sul” de árabes do Norte, das Rotas Comerciais.
Os dois apostavam no “Sul” para seus projetos e planos de Crescimento e Expansão, Aristóteles orienta Alexandre Magno a ir ao “Sul”, por isso ele lê a ‘Odisséia’ com certa frequência; já Áquis sugeriu a Davi fazer uma guerra por procuração.
Sinuosamente, Áquis enfrentou perdas materiais e sentimentais enormes, usava uma Fita de Prata na cabeça, corando e colorindo sua cabeça e sugerindo uma Compreensão Colossal, sugerindo uma Expertise Comercial.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.


