Por Jessé Cardoso
Assim conhecemos a vírgula que gera 10.000 Interpretações Precisas e Imprecisas dependendo do Artifíce que modela as Ações, no caso seria Hufã de Benjamim, nossa Vírgula da Bíblia como os 400 anos de Silêncio de Deus e Agitação na Terra.
Virtualmente conhecemos pouco de Hufã, aqui é responsabilidade compartilhada, refinando as fontes primárias e terciárias, sabemos que trabalhara como Ferreiro em Bronze e Cobre, fazia parte da Elite artesanal de Israel naquele Deserto.
Inicialmente, nem recordamos da Sua Esposa, erro de Pesquisa muito bem elaborada, sabemos de uma Oficina em pleno Deserto do Sinai, tinha a Penha e o Martelo, reminisciências de Jr.23.29, fazendo as Espadas e Relhas.
Realmente o Profeta Maior Jeremias descendia de Aarão via Eleazar, tinha um Confronto/Conflito com a mesma Lei, em especial tinha ouvido falar em Hufã o Artesão, na cidade de Anatote que distava de Jerusalém 5 Km, rompeu com os Judeus que desceram ao Egito chefiados por Ismael.
Gerenciar certamente as Informações Privilegiadas e conectar com o Moisés o Velho-Jovem, era o Dever e Desfrute de Jeremias, especial esse cara gostava dos Artesãos e Trabalhos Manuais basta ler Jr.18 e 19, seria Jr.23.29 uma Apropriação Tribal, de Benjamim para Levi, tem fundo de Deus no Negócio.
Usualmente há certas partes da Bíblia que pulamos com intenção social e Profissional, quando temos 15 anos um tipo de Leitura referencial, depois em 20 anos seguimos um Formato de Leitura Indutiva da mesma.
Limitando certos textos por uma Higienia Cultural ou Politicamente Correto ou por Traumas Pessoais muito Particulares, esse livro de Jeremias mudou a forma de pensar o Trabalho e a Escrita Seminal, Ezequiel pensou em entender o Cativeiro Babilônico por dentro.
Associar a Bíblia ao Trabalho Docente e a Escrita Seminal, é um esforço Patrimonial, e olhar finéias com aquele forte Martelo e olhar Diná e Sansão como pessoas fracas e sendo muito influenciáveis, apesar de certos benefícios.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.


