Por Jessé Cardoso
Basicamente não entendemos esse camarada perdido entre os midianitas e os moabitas, ou um pendenha antiga entre Deus e a Humanidade, uma epístola anterior a Apocalipse trata do camarada mais ainda fica a pergunta Qual foi seu erro monumental para esse contexto proximal ou contexto atual? Qual seu encaixe conciliar?
Assim, poderemos avaliar e analisar mais de perto, um camarada esperto vide Charles Perrault, que viu o que a Vida Palaciana poderia oferecer, ou um velhaco oriental que faturou sem fazer muito esforço, Balaão falava um aramaico sujo digamos um linguagem usada pelo Beduínos no Deserto da Arábia.
Lentamente começamos a entender esse camarada, segundo o Contexto oferecido por Números 23 a 25, parecia um adivinho muito requisitado, ou um camarada oportunista querendo ganhar benefícios além da conta, o caráter dado por Judas e João é plenamente condenatório.
Agora, vamos conferir seu prestar serviço como consultor para lascar Israel diante de Deus, um crime capital de Ganância e de Ambição se fosse levado a Tribunal, não seria condenado, no mínimo uma tornezeleira eletrônica como o inútil Bolsonaro.
Assim, esse definitivo ato de Condenação Suplicial como uma Morte lhe cabia muito bem, mas o Espírito de Balaão ainda assusta o Mundo Evangélico Brasileiro, um Balaão e uma Multidão de condenados para o Inferno.
O Jumento não ajudou Balaão Deus pune dando fala a Jumenta com uma Dose de muita Crítica, ela resmunga do seu serviço ao camarada fica muito nervoso, mas Moisés dá a chancela para falar mal do Sujeito.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.


