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Flor Encarnada, A minha rosa vermelha é para si, Ela é encarnada , Acho que não preciso de mais nada, Preciso? Davambe.
Cadê você cordialidade. Como sinto falta de si, desapareceu com as nuvens de outrora, Não a vejo cordialidade, nem sua serenata escuto… Fiquei cego ou surdo? Cordialidade… Onde se escondeu? Esconder-se-á para sempre? Nem cravo, nem rosa, nem celebração. Cordialidade… Como padeço com a sua ausência Davambe
Sempre que vejo a sua foto sinto uma brisa atrevida, Do brilho do seu olhar a acariciar os meus lábios, A mexer com minhas intimidades. Queira Deus que seja uma imagem Real, mas o que é realidade? Que olhar Que felicidade Que brilho Tão brilhante A iluminar a noite. Davambe.
Que olhar é esse meu Deus do Céu, Parece tão feliz Tão angelical Tão inocente Parece tão real A querer dizer alguma coisa que não consigo decifrar Mas melhor que nada diga, Que eu nada saiba a seu respeito Assim viverei ocupado a tentar decifrar Davambe.