Por Jessé Cardoso
Distante da Realidade Conectada, o Samurai Musashi passam cerca de 20 anos crescendo como Guerreiro seria uma linha muito contestatória e uma Leitura de uma “Odisseia” de Homero em outros tempos adequando ao Japão Feudal com um produto muito adequado e apropriado.
Inicialmente, esse período de Treinamento conversa com o filme “Dia de Treinamento” de Antoine Fuqua numa linguagem abrigada com ondas da Realidade Periférica e ao mesmo Interiorana do Samurai Musashi regulando assim detalhes risíveis do Mundo Oriental, Período Edo.
Associar a ideia de um possível Treinamento seria uma linguagem muito regular, o Samurai Musashi recorda a Batalha de Sekigahara contando com apoio do seu amigo Matahachi para um certo caminho de viagens seguras para esse extenso Interior.
Ligando, os pontos de Ebulição dá outra linguagem assegurada se reconstruindo e conhecendo uma pessoa importante para Formação Secular e de Costumes de Samurai, Musashi procura expandir essa linguagem por meio de duas Espadas que o seguem onde vá.
O Takuan expande seus minoritários Caminhos regulando sua troca de Informações com os Camponeses dos Vilarejos do Mundo adequado ao seu Interior Reflexivo, como um Psicológico avariado por de muitos Combates Singulares e muitos Explosivos.
Garantir vários cenários foi um esforço de múltiplos cineastas documentando assim esse Período Edo com muitos entalhes esquisitos, cultivando a ideia de Imortalidade, mediante muitos Feitiços dialogando com os “47 Ronins” também desse período Edo cheio de curvaturas e Inclinações muito Pegajosas.
O conflito existencial nascido de novas Cosmovisões e novas Adequações especiais para tal caminho exigindo uma nova mentalidade em Musashi como uma pessoa cheia de Altos e Baixos Musicalizando tal dança das Espadas em muitos combates ao longo do Caminho.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.


