Por Jessé Cardoso
Distante do Talakhona e Mumbai, em Xangai os filmes históricos acontecem sugerem novos pontos de vista capitalizando a visão de cineastas sobre esse Mundo muito fechado Chinês, parece surgir um novo tipo de filme para tal realidade das mulheres por hora esquecidas no Mundo Mágico de Xangai e Hong Kong.
Inicialmente, o cineasta He Ping aproveita esse vácuo no assunto tocante as mulheres dos Períodos dos Reinos Combatentes, e dimensiona isso para certos desdobramentos viáveis ao mesmo tempo contra o Partido Comunista na China.
Associar esse filme a uma certa crítica ao Governo Chinês seria imaturo á Primeira Vista, as mulheres deixadas para trás quando seus homens partem para a guerra — e as mentiras que lhes são contadas para impedi-las de descobrir terrível verdade.
Logo, repartir essas visões de mentiras que foram contadas as impedindo de ver as verdades escondidas seriam um pequeno esforço de esclarecimento por parte do cineasta He Ping espargindo uma vertente de água muito quente nesse ponto muito delicado.
O cineasta He Ping questiona o Poder de Mulheres ao longo dos Tempos Imperiais da China e ao mesmo tempo oferecer uma visão positiva da Perspectiva Feminina sobre a Realidade do Mundo daquele momento.
Garantir essa Perspectiva Feminina dar um ponto de Ebulição para dar um pesado desdobramento, oferecer essa visão de forma plástica mediante a Sétima Arte, seria um desdobramento lógico para fortalecer essa ideia Norteadora.
Os furos desse filme estão em sua Interpretação reducionista acerca das Mulheres, diante de um certo Machismo escondido do cineasta He Ping, para facilitar esse caminho Normativo dos Conflitos Legais da segura Interpretação.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.


