Distante de Xangai e Hong Kong, o cineasta Chen Kai Ge expande esse universo, levantando a questão familiar, eliminando todo clã para um efeito, mas um bebê Zhao sobrevive, escondido por Cheng Ying, o médico que o fez nascer. Quando Tu An Gu descobre a fuga do bebê, ele captura todos os bebês da cidade, jurando matá-los a menos que o bebê Zhao seja entregue.
Inicialmente, tem ecos de Faraó caçando recém-nascidos no Egito, e Herodes caçando recém-nascidos em Belém pode parecer algo muito proximal, o filme dialoga com essas fontes para desdobrar um caminho para desafio constante.
Agora, quando os soldados do tirano chegam à casa de Cheng Ying, o médico frenético esconde sua esposa com seu próprio bebê, enquanto entrega a criança Zhao como se fosse sua.
Logo, o pensamento do cineasta sugere a congruência de fontes ilustrativas da Bíblia e do Cinema conversando sobre os recém-nascidos, pode parecer diametralmente oposto o preço desse diálogo está nas leituras interativas do cineasta.
O cineasta constrói tudo baseado num posicionamento de zaju , o canto era restrito a um único personagem em cada peça, e cada ato tinha uma rima e um modo musical únicos e distintos. As melodias eram as da região de Pequim. Belas letras poéticas eram altamente valorizadas, enquanto incidentes do enredo eram de menor importância.
Gerenciar esses pontos serilhados por uma dúvida existencial.
O inimigo do clã, Tu’an Gu, descontente com tanto poder, trama um massacre para dizimar todos os Zhao, cujo único sobrevivente é o recém-nascido Zhao Wu, quando o médico Cheng Ying resgata a criança, ele dá início a uma série de eventos de vingança e sacrifício.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.


