Por Jessé Cardoso
Diante de certo pontos alguns filmes dialogam com a quantidade de erros possíveis de uma pessoa , o filme “Pecadores” pondera essa questão, mais os filmes Thailandeses “Depois dos Muros da Escola I e II” acrescentam mais pecados a lista demonstrada por Agostinho.
Inicialmente, o Filme “Pecadores” se situava em 1960, na origem simbólica do Blues como Ritmo Musical no Delta do rio Mississipi, dramatiza a visão de Deus sobre o evento, representando a Igreja Evangélica no Delta do Algodão, que é contrário ao que vai acontecer.
Assim o drama das Religiões Afro criticadas, nos primeiros minutos do Filme, por um possível Incesto que requer um certo posicionamento bem complexo.
Localizar a Morte em que tudo é resolvido na Bala e Pólvora, o pai foi morto pelo Irmão mais velho “Fumaça” relatado pelo “Fuligem” um Fino mais Acabamento segundo Isaac Sicsú.
O “Fumaça” busca negociação com os Chineses, é um Quebra-Cabeça na mesma semana Trump comercializa com China, reduzindo seu Tarifaço, o filme já configura as realidades possíveis imaginadas, muito reais em especial.
Garanto só para divertir, um detalhe ali a “moça branca” na multidão no baile de Blues Raíz, aponta para alguma coisa muito importante representando os europeus da UE, negociando espaço, com USA, mais isso não acontece
O cineasta Ryan Coogler está antenado ao Noticiário Global, por isso jogou cartas adequadas no filme ‘Pecadores’ seria um tiro de muitas observações, pois apresenta o “algodão” apresenta a Figura de Cristãos no Mundo, que são milhões com grãos de algodão.
Simbolizando um caminho real e especial, um jogo de Símbolos em um Xadrez Gigante para um mundo que cobra mudanças.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.


