Jessé Cardoso
Franco, direto e envolvente… Knife é um livro esclarecedor. Ele nos lembra das ameaças que o mundo livre enfrenta. Ele nos lembra das coisas pelas quais vale a pena lutar,
seria uma trilha Sonora muito mal orquestrada, o Governante Supremo do Irã traçou algumas medidas falíveis.
As memórias de Salman Rushdie são terríveis, perturbadoras — e uma obra-prima… Knife é um tour-de-force, no qual o grande romancista pega seu quase assassinato brutal e o transforma em um ensaio majestoso sobre arte, dor e amor… repleto da sagacidade de Rushdie, sua sabedoria, seu estoicismo, seu otimismo, seu amor por toda a cultura.
Chautauqua Institution, preparando-se para dar uma palestra sobre a importância de proteger os escritores de perigos, quando um homem de preto — roupas pretas, máscara preta — correu pelo corredor em sua direção, empunhando uma faca. Seu primeiro pensamento: Então é você. Aqui está você.
Aqui se verifica um tipo de ataque sombrio como uma leitura expansiva, onde analfabetos funcionais destroem um escritor mediante uma falsa autoridade religiosa, os muçulmanos em geral no Oriente Médio, um certo tipo sombrio de analfabetismo cultural e Social ao mesmo tempo.
Do vencedor do Prêmio Booker, Salman Rushdie, um relato comovente e profundamente pessoal sobre como suportou — e sobreviveu — a um atentado contra sua vida trinta anos após a fatwa que foi decretada contra ele.
Assim, isso desloca a ideia espantosa de Analfabetismo Cultural arregimenta um grupo de pessoas que leram certo livro “Os Versos Satânicos” foi uma leitura suave do Escritor Rushdie como resultado indireto do Islamismo Moderado e muito culto por Sinal.
Satanismo seriam resultados literários que não saíram ainda no Mercado Literário Árabe, eu estou analizando durante os últimos 10 anos, o escritor foi muito inteligente saindo documentalmente do país e indo para o Império Britânico na época dos Beatles e do Bono Vox.
Jessé Cardoso, Jornal Choramihices.


