Por Jessé Cardoso
Língua Árabe se divide em 12 dialetos, embasando no Corão Verde, veículo da Unificação, pensamos no saudita Abdo Khal em seu “Laços da Água” em uma simbologia da ausência da constante Água em plenos Desertos, em “Adivinho da Água” de Zahran refletem isso.
Inicialmente tal ponto expansivo os dois Autores recriam suas palavras com Extrema Autoridade Vivencial, a Água aqui é Chave Interpretativa desses dois autores, em um autor expressa um camarada que tinha facilidade em esboçar Água do lençol freático.
Naturalmente, outro reflete a importância da Água para amizades e Mudanças Comportamentais, ele já pensa em um Oásis reflete um certo Valor Pessoal ao Escrito de Cunho Aplicativo e Real, usando os Pontos Estruturais de um texto muito bem tecido.
Garantir tal conexão com os Evangelhos Sinóticos, e depois em específico com o Evangelho de João usa Água para Salvar e Adorar, Jesus falava em Grego Koiné com a Mulher Samaritana, descobrindo os pontos Valorativos de uma Mulher no Sofrível Oriente Médio.
Usualmente, se apresenta com Profeta dos profetas, revelando os pontos da Vida dela, que precisavam de Mudanças Reais e não Sazonais, aqui Jesus se apresenta com Água da Vida, numa linguagem pura e clara cheia de Mudanças Comportamentais e ao mesmo acontecendo na hora certa.
Assimilar a essa Linguagem da Água reflete entendimentos entre o Cinema de Elie El Semaan em ‘Um Noivo e Duas Noivas”, vira e revira um Horizonte a se Cruzar, tudo começa num Restaurante onde há comida e bebida em especial Água Gaseificada.
Gerenciar essa modificação, o ator principal modifica uma ideia de Casamento em um Oriente Médio tudo em cima de uma Cozinha que precisa de Água, e “Sem Facas nas Cozinhas desta Cidade” de Khaled Khalifa, pensando nesse ponto dialogando com “John Wick: Parabellum” de Chad Stahelki.
E muitas leituras coadunam com essa linguagem, “Grão da Voz” de Roland Barthes, “A Escolarização do Leitor” de LiIian Lopes, “William Shakespeare” de Morgana Gomes, e “Reflexões sobre a Arte” de Alfredo Bosi, e “A Mostra de Animação Russa” de Luiz Gustavo de Carvalho.
Mediar tais Conflitos Interpretativos entre o Cinema e a Literatura, como dois rios que confluem, como Tigre e Eufrates em um mesma direção, uma “Aula” de Roland Barthes muito bem dada, pelo aspecto como são expandidas as “Interpretações” de Paul Ricoeur.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.


