Por Jessé Cardoso
Os escritores em geral seguem um raciocínio lógico, nascem com uma folha quase ninguém dá certa atenção intencional, os estudantes fogem de certos caminhos da compreensão de uma possível enganação por só olharem a biografia do autor, ou o contexto de produção da Obra descobri que um palpite veja as escolas de Interpretação que vieram antes e que vieram depois.
Virtualmente sigo a pessoa de Peter Handke, Vladimir Sorokin e Salman Rushdie, são escritores por demais perseguidos e obliterados em sua comunidades, mas Laszló Krasznahorkai é outro escritor húngaro, os referidos acima são um austríaco, um russo, e indo-paquistanês, polêmicos por natureza mas encaixáveis em certos contextos regulares.
E pessoalmente sigo Peter Handke por boas décadas, Sorokin ano passado, e Rushdie desde de 2005, cada escritor expressa jogar limpo, detalhe nenhum deles é poeta, uma observação contundente e para ensaiar um novo perfil.
Realmente, envolve uma escrita muito limpa, e ao observar as linhas de cada escritor vi alguma forma de aliança com a Realidade seja com Don Juan ou seja com Há-Satan, Peter Handke consegue ver um Don Juan Jovem e Frustrado em um Convento, buscando namorar de novo ou olhar para o Passado.
Somente Laszló Krasznahorkai diverge com o Tango Argentino, com um divertido caminho convertido em uma Dança em um Salão, com que pessoal dançarino cheio de polêmicas ressoadas e ressabiadas com esse dançarino Fantástico.
O caminho para falar do dançarino muito fascinante, seria uma releitura da pessoa de Hitler ou da 2 Guerra Mundial, requer um posicionamento credível ou reaver detalhes estranhos ao texto pois Laszló Krasznahorkai pode ver tudo isso em uma baía de andores cavalares ou em um Vilarejo e não numa cidade mundial.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.


