Por Jessé Cardoso
Portanto, uma linguagem Teatral adveio de Shakespeare quando escreve a peça teatral “Otelo” desdobrando uma Briga de Casal caso bem específico, o Oficial Otelo e a sua mulher Desdemôna, por causa de uma Traição.
Associar ao Teatro Pós-Traumático e a Hollywood e Bollywood repete essa linguagem enfatizando a ideia de Traição como algo normal e simpático, para vender e conquistar audiência ao redor do Mundo como algo regularizando isso de forma aceitável.
Liturgicamente, o Amor Romântico parece um Jogo de Cartas Marcadas, e Peter Handke reformula a ideia de um “Don Juan por ele mesmo” na Literatura Austríaca e Literatura Alemã Contemporânea escrita em 2004.
Agora, contextualizar essa ideia partindo de um Monastério na França, um falido Don Juan pleno calvinista no Amor Romântico, tal Odisseu homérico relendo sua Odisséia para um novo contexto com outras visões e possíveis complicações.
Virtualmente, conseguir ver Odisseus em Don Juan seria um esforço muito globalizante, e um confronto com a Literatura Atual e complexa, para um detalhe menor “As Mil e Uma Noites” recriam um Alladim confiscado em um Shlomo bem amado por muitas mulheres.
Realmente seria um complemento cultural e Mohammed Al-Harthy fundamenta seus argumentos, acerca do pontos de Ebulição e muitos pontos de Interrogação.
Assimetrizar Mohammed Al-Harthy expande e compreende uma influência condicionante das “Mil e Uma Noites” na Literatura do Mundo Ocidental, como as Narrativas dentro de uma Narrativa como um Retrato Refinado e ao mesmo tempo numa linguagem de Afiação.
Sinestesias ao Dragão Amarelo, os literatos chineses desde da Antiguidade Imperial recriam seu Don Juan como um ponto de Afiação e muita Refinação considerável, usando aqui várias obras literárias “Mostra da Animação Russa”, “O Projeto do Renascimento” de Elisa Byington, e a “Aula”de Roland Barthes
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.


