Por Jessé Cardoso
Ritualismo era contrário a Lei, Shlomo rompe com essa imagem coibindo Dt.17.17-19, Shlomo prioriza em seu começo as Princesas advindas da Arábia do Norte, notadamente amonitas e moabitas para um começo sombrio.
Ironias ao Acordos Comerciais, Shlomo gostava de quantidade e beleza dialogando com o filmes “Beleza Avassaladora 2” do cineasta Jayprad Desai, “Pushpa 2″ do cineasta Sukumar, ” Na Solidão da Noite” do cineasta Honey Trehan.
Talvez, eu vou dar uma explicação sombria. Shlomo ficou preso com 1.000 mulheres em seus rituais, no caso o último filme consegue expandir os perigos que o Soberano corria, por exemplo em Jerusalém á noite em 970 a. C. corria outros cheiros além do Incenso do Templo.
Usualmente ele mesmo já sofria muitas Alucinações por causa dessa mistura, conversando com “Beleza Avassaladora 2” do cineasta Jayprad Desai, um detalhe expansivo, um Vermelho dos Tomates, das Vestes e da Casa em especial o banheiro.
Assim Shlomo varia o Caminho Comercial, “Pushpa 2” do cineasta Sukumar conversa por causa do seu foco comercial, um Shlomo Ganancioso complica e desobedece o Mandamento “Não Multipliques Ouro” em Dt.17.17.
Inicialmente Sukumar e Jayprad Desai usam a figura de Shlomo como inspiração para suas Narrativas Visuais, os Corvos representam a Escuridão de suas Escolhas Pessoais, Sukumar tem uma visão apurada acerca de Shlomo como pessoa Gananciosa.
Shlomo segue uma certa linha de Decaída Grotesca, primeiro o Orgulho Intelectual e sua Ganância Sombria por Ouro e Poder, segundo Mulheres e seus muitos Rituais Sombrios, terceiro Sucesso e Fama, as pessoas nunca viram Shlomo desta forma.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.


