Gabriel Ribeiro
Meu peito ainda arde de paixão, mas agora a chama é viva e real. Meu coração sangra todos os dias, mas também se reconstrói todos os dias. Não deixo de sonhar, mesmo que a realidade seja cruel. Continuo seguindo, ainda que o caminho seja escuro, vagando pelo desconhecido — mas continuo. Sem receios, sem ressentimentos, com o peito aberto às mudanças que descem de cima para baixo: a lei universal. Por isso ainda carrego em mim a esperança do sorriso ingênuo de uma criança, que ainda não descobriu a maldade do mundo. Mas ainda é possível sorrir.
Gabriel Ribeiro, Jornal Choraminhices.



Parabéns, Gabriel! Você me fez revisitar o sofrimento do jovem Werther.